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sábado, 14 de março de 2026

O que a glicose alta pode fazer com os rins de quem tem diabetes?

 

 

 

 Especialistas alertam que a glicose alta pode danificar os rins silenciosamente; exames simples ajudam a detectar o problema cedo

 

Quem convive com diabetes costuma ouvir que controlar a glicose evita complicações. No entanto, uma consequência silenciosa ainda passa despercebida: o impacto da glicose alta nos rins.

Os rins funcionam como filtros naturais do organismo. Eles removem toxinas do sangue, regulam líquidos e participam de processos importantes do metabolismo. No entanto, quando a glicose permanece elevada por muito tempo, esse sistema de filtragem começa a sofrer danos.

 

Nesse contexto, especialistas alertam que a glicose alta nos rins pode provocar alterações progressivas. Com o tempo, essas mudanças podem comprometer o funcionamento do órgão.

A nefrologista Bianca Bastos, que acompanha pessoas com doença renal crônica, explica que o diabetes está diretamente relacionado a esse processo.

O diabetes afeta o rim diretamente por causa da hiperglicemia e de outros fatores associados. Hoje, a maior causa de diálise no mundo é o diabetes”, afirma.

Além disso, a especialista destaca que muitos casos poderiam ser evitados com diagnóstico precoce e acompanhamento adequado.

Como a glicose alta começa a afetar os rins

Dentro dos rins existem milhões de estruturas microscópicas chamadas glomérulos. Esses pequenos filtros removem substâncias tóxicas do sangue.

Quando a glicose permanece elevada por muito tempo, esses filtros passam a trabalhar sob pressão maior. Como resultado, os vasos sanguíneos começam a sofrer alterações.

Com o passar dos anos, essa sobrecarga pode comprometer a filtragem do sangue. Nesse cenário, o rim perde parte da capacidade de eliminar resíduos do organismo.

Segundo a nefrologista Bianca Bastos, um dos primeiros sinais desse processo é a perda de proteína pela urina.

A pessoa com diabetes tem propensão a perder albumina na urina por um mecanismo de hiperfiltração dentro do rim”, explica.

Esse fenômeno recebe o nome de albuminúria. Além disso, ele pode indicar que os rins já estão sendo afetados pela glicose alta.

Dois exames simples ajudam a detectar o problema cedo

A prevenção da doença renal associada ao diabetes depende, principalmente, do diagnóstico precoce.

Por isso, especialistas recomendam dois exames simples:

  • creatinina no sangue
  • albumina na urina

Esses exames ajudam a avaliar o funcionamento dos rins. Além disso, eles permitem identificar alterações ainda nas fases iniciais.

Segundo Bianca Bastos, esses testes são simples e acessíveis.

Uma dosagem de creatinina custa cerca de 16 a 20 reais em laboratório particular e a dosagem de albuminúria não passa de 50 reais”, afirma.

Apesar disso, muitos pacientes chegam ao consultório com alterações avançadas sem nunca terem feito essa investigação.

Recebo frequentemente pessoas com insuficiência renal que nunca fizeram nem um exame simples de urina”, relata a médica.

A doença renal pode evoluir sem sintomas

Um dos desafios da doença renal associada ao diabetes é a ausência de sintomas no início. Enquanto isso, alterações importantes podem ocorrer no funcionamento dos rins.

A nefrologista Bianca Bastos explica que o problema costuma aparecer apenas em fases mais avançadas.

A doença renal do diabetes é assintomática até fases mais tardias”, afirma.

Por outro lado, exames periódicos ajudam a identificar alterações precocemente.

Além disso, a presença de albumina na urina também pode indicar risco cardiovascular maior.

Quando o paciente perde albumina na urina, ele pode ter mais risco de infarto ou AVC do que de precisar de diálise”, alerta a especialista.

Controle da glicose não é o único fator importante

Embora o controle glicêmico seja essencial, outros fatores também influenciam a saúde dos rins.

A endocrinologista Denise Franco explica que o tratamento do diabetes precisa considerar o organismo como um todo.

Não podemos pensar apenas na glicemia. Também precisamos controlar pressão arterial, colesterol e outros fatores de risco”, afirma.

Portanto, o cuidado com diabetes envolve diferentes aspectos da saúde. Além disso, hábitos de vida saudáveis também ajudam a reduzir o risco de complicações.

Alimentação também influencia na saúde dos rins

A alimentação exerce papel importante no controle do diabetes e na prevenção da doença renal. Segundo a nutricionista Carol Neto, o desafio aumenta quando a pessoa já apresenta alterações na função renal.

Quando a pessoa com diabetes desenvolve doença renal, precisamos controlar também a quantidade de proteína na alimentação”, explica.

No entanto, a restrição alimentar precisa ser feita com cuidado. Se a restrição de proteína for exagerada, o paciente pode desenvolver desnutrição.

Por outro lado, o excesso de proteína também pode acelerar a progressão da doença renal. Por isso, o acompanhamento profissional se torna essencial nesse processo.

Informação e acompanhamento fazem diferença

Para especialistas, a informação ainda é uma das principais ferramentas no cuidado com o diabetes. A endocrinologista Denise Franco reforça que o paciente precisa participar ativamente do tratamento.

Quem convive com diabetes precisa buscar informação e participar do próprio tratamento”, afirma.

Nesse contexto, exames simples, acompanhamento médico e educação em diabetes ajudam a reduzir o risco de complicações.

Portanto, manter a glicose sob controle não protege apenas o diabetes. Também ajuda a preservar órgãos fundamentais, como os rins.

 COMO O DIABETES AFETA OS RINS? | LIVE

 

 

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

 

 

 

FONTE: https://umdiabetico.com.br/o-que-a-glicose-alta-pode-fazer-com-os-rins/


 

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abs.fraternos

Carla


 

14/03- Dia da Incontinência Urinária : Incontinência urinária


 

Incontinência urinária é a perda involuntária da urina pela uretra. O distúrbio é mais frequente no sexo feminino e pode manifestar-se tanto na quinta ou sexta década de vida quanto em mulheres mais jovens. 

Atribui-se essa prevalência ao fato de a mulher apresentar, além da uretra, duas falhas naturais no assoalho pélvico: o hiato vaginal e o hiato retal. 

Isso faz com que as estruturas musculares que dão sustentação aos órgãos pélvicos e produzem a contração da uretra para evitar a perda urinária e o músculo que forma um pequeno anel em volta da uretra, sejam mais frágeis nas mulheres.

Causas:

A eliminação da urina é controlada pelo sistema nervoso autônomo, mas pode ser comprometida nas seguintes situações:

– comprometimento da musculatura dos esfíncteres ou do assoalho pélvico;
– gravidez e parto;
– tumores malignos e benignos;
– doenças que comprimem a bexiga;
– obesidade;
– tosse crônica dos fumantes;
– quadros pulmonares obstrutivos que geram pressão abdominal;
– bexigas hiperativas que contraem independentemente da vontade do portador;
– procedimentos cirúrgicos ou irradiação que lesem os nervos do esfíncter masculino.

Tipos e Sintomas:

– incontinência urinária de esforço: o sintoma inicial é a perda de urina quando a pessoa tosse, ri, faz exercício, movimenta-se;
– incontinência urinaria de urgência: mais grave do que a de esforço, caracteriza-se pela vontade súbita de urinar que ocorre em meio as atividades diárias e a pessoa perde urina antes de chegar ao banheiro;
– incontinência mista: associa os dois tipos de incontinência acima citados e o sintoma mais importante é a impossibilidade de controlar a perda de urina pela uretra;
– enurese noturna: é a incontinência que ocorre durante o sono. O exemplo mais típico é o da criança que faz xixi na cama. Embora a maioria das crianças já tenha aprendido a controlar a micção em torno dos três aos quatro anos de idade, considera-se normal que algumas crianças ainda urinem na cama até os cinco ou seis anos.

Tratamento:

O tratamento da incontinência urinária por esforço é basicamente cirúrgico, mas exercícios ajudam a reforçar a musculatura do assoalho pélvico. Para a incontinência urinária de urgência, o tratamento é com medicamentos e fisioterapia.

Recomendações:

– procure um médico para diagnóstico e identificação da causa e do tipo de perda urinária que você apresenta;
– não pense que incontinência urinária é um mal inevitável na vida das mulheres depois dos 50, 60 anos. Se o distúrbio for tratado como deve, a qualidade de vida melhorará muito;
– considere os fatores que levam à incontinência urinária do idoso – uso de diuréticos, ingestão hídrica, situações de demência e delírio, problemas de locomoção – e tente contorná-los. Às vezes, a perda de urina nessa faixa de idade é mais um problema social do que físico;
– evitar a obesidade e o sedentarismo, controlar o ganho de peso durante a gestação, praticar exercícios fisioterápicos para fortalecer o assoalho pélvico, são medidas que podem ser úteis na prevenção da incontinência urinária.


IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.

Dica elaborada em fevereiro de 2.018.

Fontes:

Dr. Dráuzio Varella

Hospital Sírio Libanês

 

 

FONTE:  https://bvsms.saude.gov.br/incontinencia-urinaria/

 

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Carla

 

 

sexta-feira, 13 de março de 2026

MÊS MUNDIAL CONSCIENTIZAÇÃ0O DO MIELOMA MÚTIPLO

 

 Pode ser uma imagem de texto que diz "세 SBN MARÇO Mês Mundial de Conscientização do Mieloma Múltiplo O mieloma múltiplo é uma neoplasia na medula óssea, caracterizada por expansão monoclonal dos plasmócitos. É a terceira doença hematológica mais comum.1"

 Pode ser uma imagem de hospital e texto que diz "ข0ปล Junto com a eletroforese e imunofixação, a pesquisa de cadeias leves livres laudo faz o diagnóstico de 99% dos casos de mieloma. Com sintomas inespecíficos da terceira idade, os pacientes são geralmente acompanhados por não especialistas que tratam Os sintomas existentes sem diagnóstico claro de mieloma múltiplo.3,5"

 

 

 Pode ser uma imagem de texto que diz "Quando pensar em mieloma múltiplo?2 c Cálcio elevado no sangue (hipercalcemia) em 13,3% dos casos. R Rins (insuficiência renal) acomete 21,9% dos pacientes com doença recém-diagnosticada. A Anemia presente em cerca de 45,3% dos pacientes no momento do diagnóstico. B Bone (lesões ósseas) se desenvolve em quase 80% dos pacientes com doença recém-diagnosticada. Esses sintomas são frequentes em diversas patologias que acometem indivíduos idosos, levando à demora na busca por atendimento.3 ento.3"

 

 

 Pode ser uma ilustração de texto que diz "小 SBN Referênclas: 1. Weaver Tariman Multiole Myeloma Genomics: Systematic Review, Aug:33(3):237- 017.05.001 Epub 2017 Jul PubMed PMIC 28729121 ACRE Study: aracter istics Multiple Mycloma Patients atin America Presented HEMO: October 26. 2022: Sao Brazil. OgicMa lignancy Reports Published nline: March eukemia 2009 Feb;23(2):215-24 Paulae eSilva Silva RO Rev Bras Hematol, Hemoter 2008:30 Kurtin, Relapsed or e- apsed/refractory multiple myeloma. Adv ract Oncol. 者 Material destinado ao publico geral CP-556832. Produzido em dezembro/2025, Johnson&Johnson Innovative Medicine InfoCenter InfocenterBR@its.jr.com 0800 701 351"

 

 

 

FONTE: https://web.facebook.com/sociedade.brasileira.nefrologia?__cft__[0]=AZXIGdbl64ubuPYJk8jvZJkelrwEHYoEyv7FhI61J7k4jIOp6yGc9s6uqAhZ03d6Fb8jOyCf9HxKeI4u_K3fmb3G0E8RMWpw8b9TyMh2xQ7b4lPgudCU294k7kKelE2Z49F0b5Pspt7WihlSRr1blZ7mWv5zWnL5QplGhIK2EE93M5pA_N6d89F_MCVflQYzXKQ&__tn__=-UC%2CP-R


 

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Carla